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Saiba o que fazer para envelhecer com saúde

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O crescimento da população jovem vem sendo interrompido. Hoje em dia, o Brasil está mais maduro e o número de pessoas com mais de 100 anos cresce cada vez mais.

No entanto, poucos são os que chegam com 70 ou 80 anos plenamente ativos e com uma boa integridade mental e física.

O envelhecimento saudável é baseado em cinco pilares:

  1. Atividade física regular;
  2. Saúde emocional;
  3. Dieta saudável;
  4. Inserção social;
  5. Controle de doenças.

Todos esses tópicos se resumem a um só conceito: hábitos de vida saudável.

Em relação à alimentação, o importante é observar a qualidade dos alimentos que comemos diariamente.

Devemos trocar a abundância de produtos industrializados que ingerimos hoje, por uma dieta baseada em alimentos orgânicos, sempre procurando passar mais tempo nas feiras do que nos supermercados.

Não é difícil incluir em nosso cardápio alimentos heróis da longevidade. Uma pesquisa da Universidade Park, nos Estados Unidos, concluiu que o consumo de oleaginosas (amêndoas, castanhas, nozes, pistache e avelã) reduz o risco de problemas cardíacos – quando consumidas cinco vezes por semana.

Elas são capazes de reduzir as taxas de colesterol ruim, além de evitar a formação de placas de gorduras que obstruem as artérias.

O consumo diário de chá verde também é um poderoso aliado para prolongar a expectativa de vida dos idosos. Esta prática auxilia a manter a capacidade cognitiva inalterada, incluindo atenção e memória, reduzindo a possibilidade do desenvolvimento de doenças degenerativas, como o Alzheimer, melhorando a concentração, o aprendizado e as sensações de prazer, devido o aumento da produção de dopamina e serotonina.

Os benefícios da prática de exercícios físicos são sentidos pelos idosos, desde a melhora da saúde até o aumento da capacidade física, cognitiva e da autoestima, além de promover a melhora do equilíbrio e da marcha, prevenindo as quedas.

Se por um lado, realizar uma atividade física seja algo cada vez mais necessário, há uma grande preocupação dos médicos em relação à liberação para a prática dessa atividade, o que é feito após uma avaliação pré-participação (APP).

Essa avaliação busca identificar doenças pregressas e atuais do paciente, que muitas vezes são silenciosas, mas podem colocar em risco a saúde do indivíduo, bem como orientar de forma correta a realização do exercício.

Dessa forma, o médico orienta qual a melhor opção de atividade física a ser realizada, indicando se deve ou não haver algum tipo de restrição e sempre com uma boa margem de segurança.

Outro fator determinante para a diminuição da qualidade e expectativa de vida, é solidão. Segundo um estudo feito pela Universidade de Brigham Young, nos EUA, o apoio social pode aumentar mais as chances de sobrevivência do que a obesidade ou o sedentarismo.

“O idoso que está sempre quieto, acamado, muito magro… não está normal. A família deve estar sempre atenta aos sinais. O perfil ideal de envelhecimento é o idoso ativo, bem sucedido profissional e socialmente”, revela a geriatra Maysa Cendrologo, da Unifesp.

Cercar-se de amigos, familiares e pessoas queridas pode aumentar a longevidade em até 50%, mais do que aqueles que vivem sozinhos.

A medicina moderna já alerta para a necessidade de olhar para saúde do idoso com um fator preventivo, tentando, assim, identificar se há um começo de desequilíbrio emocional.

Se você deseja ter um envelhecimento saudável, prevenindo possíveis doenças, ou conhece alguém que faz parte da terceira idade e precisa de acompanhamento, não exite em marcar uma consulta conosco.

 

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